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PERMANÊNCIA DE DELEGADO EM COLIDER É INCERTA

Publicado por JOEL DE AQUINO | sexta-feira, 30 de maio de 2014 | 16:17



Após a manifestação de um grande numero de populares pelas ruas de Colíder, o Delegado Silvio do Vale deve deixar o comando da Delegacia de Policia Civil do Município.
 

Em reunião realizada em Cuiabá com o Secretario de Segurança Pública e um grupo de pessoas composta por vereadores, representantes de entidades de classe, componentes de clubes de serviços, advogados juntamente com o prefeito Municipal de Colíder Nilson Santos, a grande maioria manifestaram preocupação com a crescente onda de violência sem precedente que tem se instalado na cidade.

Na reunião o Secretário informou que o Delegado responsável pela delegacia do município Dr. Silvio do Vale Ferreira Junior, havia solicitado sua transferência para a capital do estado, sabedor das dificuldades operacionais para o bom desempenho de uma delegacia, em uma cidade do porte de Colider, algumas pessoas demonstram preocupação sobre a especulada transferência do Delegado, para uma delegacia da Capital, o temor é de que a cidade possa vir a ficar desprovida de um delegado .

Algumas autoridades politicas enaltecem o trabalho desenvolvido pelo doutor Silvio do Vale à frente a Delegacia de Policia Civil de Colíder desde que a assumiu, tentando trazer segurança para a população e sendo firme no combate ao crime, mas, que em razão do aumento da criminalidade e a falta de estrutura não surtiu os  efeitos esperado por grande parte da população.

A quem diga, que o delegado, “tem feito um trabalho digno e merece o respeito do povo de Colíder”. Consta que ele é um policial que trabalha em silêncio, sem fazer barulho, mas os resultados apresentados não puderam ser sentidos, pois a tão esperada diminuição da criminalidade em nosso município acabou não acontecendo.
 
Por isso, com a decisão da citada autoridade policial em deixar o município é preocupante, resta torcer para que seja designado outro delegado, pois do contrário será necessário outra manifestação ou quem sabe, promover abaixo-assinado e encaminhar ao Secretário de Segurança Pública e ao Governador do estado, pedindo em nome do povo que a cidade não fique desamparada, mesmo havendo garantia de que muito em breve outro delegado estaria assumindo a delegacia local, alguns avaliam com descrédito, pois nunca se sabe o que realmente de concreto pode acontecer.

Devido os recentes episódios lamentáveis ocorrido em Colíder a população colidense saiu às ruas para manifestar a preocupação devido aos inúmeros crimes que ocorreram em um curtíssimo espaço de tempo, sendo que um bom número destes, não foram elucidados.

Os crimes ocorridos na cidade e sem elucidação dos fatos, foram de homicídios, latrocínios (roubo seguido de morte) e mortes decorrentes de lesão. Porém, vários outros tipos de crimes tem assustado a população. Dias atrás, parte do comercio da cidade parou em apoio à manifestação que pediam as autoridades uma solução urgente, para dar um basta à onda crescente de violência que tem preocupado toda a população.



Operação Ararath



Quadro político sofre lesões e ação da PF potencializa suspeitas

A Operação Ararath V, da Polícia Federal, vem provocando grandes estragos no cenário político de Mato Grosso. Ou diria melhor, chovendo verdades e desmascarando um imenso esquema de recursos financeiros, em especial para uso político.

É grave, pois vemos uma Copa de discursos e pedidos de desculpas, enquanto a população padece de hospitais, escolas, creches, estradas e de segurança pública. Vemos obras como VLT, em Cuiabá, que agora já são prorrogadas para o próximo governo concluir, sem saber, quem ao menos será o próximo governo.

Na gigante Sinop, quarta maior economia do Estado, o cenário por sua força trabalhadora é fenomenal. Entretanto, o quadro político sofre de lesões terríveis e a operação da Polícia Federal veio a potencializar suspeitas.

A população de nossa cidade acordou com o depoimento bombástico do operador financeiro do sistema revelado pela Ararath, Jr. Mendonça, beneficiado com o recurso de delação premiada.

Em seu depoimento/denúncia, Mendonça afirma que o prefeito de Sinop, Juarez Costa (PMDB), comprou uma sentença no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para não ser cassado por corrupção eleitoral em 2009. Disse mais, que o dinheiro teria sido entregue ao então presidente, desembargador Evandro Stábile.

Pasme: R$ 500 mil é o valor do pagamento de Costa ao desembargador. O fato provoca repulsa e comprova o que foi sentenciado de forma justa e cristalina no dezembro de 2008: que o prefeito eleito teve seu mandado cassado, por abuso de poder político e compra de votos com vale-combustíveis, que continham nos versos a sigla ADM ASSLG.

Meu questionamento hoje não é simplesmente saber como o atual prefeito viabilizou os R$ 500 mil de empréstimo usados na compra da sentença. Tampouco como ele pagou os juros de cerca de R$ 15 mil por mês, tendo um salário de R$ 9 mil na época?

É bem mais grave. Estamos diante de um cenário absurdo em que o agente político eleito foi julgado e sentenciado e, por força do uso de recursos financeiros, reverteu à decisão. Hoje, em 2014, o crime volta às manchetes e precisamos tomar providencias.

Ora, ao que tudo indica - dados os indícios e o depoimento oficial do delator -, o fato é que o atual prefeito de Sinop usou de meios ilícitos para se manter no poder... Precisa responder por estes atos e, diante disso, ter a devida punição.

Não, não e não! Não podemos aceitar esta situação porque foi há cinco anos. Tanta sujeira vem influenciando nossas vidas desde então e somente agora vem à tona

Estamos diante de um colapso dos governos: faltam viaturas, creches, estradas, escolas, cirurgias e tudo mais. Saibam: isso são as consequências de gestão.

Sim, sim e sim! Podemos fazer diferente e transformar nossa indignação em ação cobrando providências. Buscando na memória e fazendo valer a função de cada um.

Enquanto vereador, exercerei novamente minha função constitucional, moral e cidadã: a de buscar a fundo a devida punição deste escândalo que atinge o setor político no coração.

Mas o povo é quem pode acender raios de luz e motivar as novas gerações a entrarem no processo de construção de uma comunidade melhor e com punição dos crimes que são cometidos e provados contra agentes políticos.

Deixaremos mais esse absurdo cair no esquecimento ou começaremos no mínimo, uma ação de repúdio contra a corrupção e exigir que nossa cidade que por si só se desenvolve, não continue a ser vítima de terríveis fatos como estes.


FERNANDO ASSUNÇÃO é vereador pelo PSDB em Sinop-MT.



Agente prisional reage a assalto, mata suspeito e fere outro no pescoço

Publicado por JOEL DE AQUINO | quarta-feira, 8 de janeiro de 2014 | 08:09

Vítima conseguiu segurar mão do bandido que estava armado, sacou uma pistola e atirou no peito do assaltante que morreu no local.

 



Baleado no pescoço o menor assaltante foi preso se arrastando no chão em uma rua do bairro.O agente prisional M.C matou um homem com um tiro no peito e baleou outro no pescoço, após reagir a uma tentativa de assalto na própria residência, no bairro Água Limpa, em Várzea Grande. A ação teria ocorrido nessa terça-feira (07), por volta das 23h30.

Conforme informações do 4º Batalhão da Polícia Militar, o agente estava saindo de casa junto com a esposa, quando foram rendidos por um suspeito ainda não identificado e um adolescente de 17 anos.
As vítimas foram obrigadas a retornarem para o interior da residência. Quando os bandidos foram prender o casal em um dos cômodos da casa, o agente prisional conseguiu segurar a mão do bandido, que estava armado, e sacou sua pistola, atirando várias vezes no criminoso.

Ao ver o comparsa ferido, o outro assaltante tentou fugir, mas foi seguido pela vítima que voltou a atirar e o atingiu no pescoço, mesmo debilitado ele continuou a fuga. No entanto, minutos depois foi preso por uma guarnição da PM, que o encontrou se arrastando por uma rua do bairro.

O menor foi levado ao Pronto Socorro de Várzea Grande, onde recebeu atendimento médico e não corre risco de morte. Após receber alta médica, ele deve ser encaminhado a Central de Flagrantes para ser ouvido.

Já o comparsa dele morreu na casa da vítima com dois tiros no peito. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser feito o exame de necropsia, mas até o fechamento desta matéria ainda não havia sido identificado.

Junto com o suspeito morto os policiais apreenderam um revólver calibre 38. A arma do agente prisional, uma pistola .40, foi aprendida pela Polícia para ser feito o exame de balística. 
M.C prestou depoimento na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi liberado em seguida.  

 

Yuri Bastos é condenado por improbidade administrativa

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A Justiça condenou o ex-presidente do MT Saúde, Yuri Bastos, por atos de improbidade administrativa. A decisão é do juiz Alex Nunes de Figueiredo, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, que julgou parcialmente procedente os pedidos contidos na ação movida pelo Ministério Público do Estado.

O ex-presidente da autarquia teve seus direitos políticos suspensos por três anos, além de estar proibido de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica, da qual seja sócio minoritário por três anos. O juiz determinou ainda a perda da função pública de Yuri, “que estiver eventualmente exercendo por ocasião do trânsito em julgado da sentença”.

De acordo com a denúncia do MP, uma auditoria realizada pelo setor competente do Estado, no MT Saúde, durante a administração de Yuri, constatou diversas irregularidades, como a contratação direta de pessoal, remunerado por Recibo de Pagamento Autônomo (RPA), apenas com o desconto do ISSQN, e ainda a contratação de serviços de advocacia, por meio de licitação, que eram desnecessários diante da pouca demanda.

Em sua defesa Yuri alegou que sua conduta não preencheu nenhum dos tipos da Lei de Improbidade Administrativa, que sempre agiu com boa-fé na contratação de pessoal, que a contratação do advogado foi precedida de licitação e que era necessária diante da especialização dos serviços.

No processo, de 14 volumes, tem uma série de documentos que demonstram que o ex-presidente do MT Saúde contratou, sem concurso público, pessoal para trabalhar na autarquia, nas mais diversas funções (agente administrativo, telefonista, motorista, recepcionista, etc), utilizando as notas de empenho para o pagamento dessas pessoas. (TJ-MT)

Ministério Público dá parecer favorável para que Henry trabalhe

pedro-henry1O Ministério Público Estadual se posicionou de forma favorável ao pedido feito pela defesa do ex-deputado federal Pedro Henry (PP) para que ele possa trabalhar no Hospital Santa Rosa. Henry cumpre pena em Cuiabá depois de ter sido condenado por envolvimento no escândalo do Mensalão a 7 anos e 2 meses no regime semi-aberto, ou seja, aquele no qual o detento trabalha durante o dia, mas precisa passar a noite encarcerado. A pena foi baseada nos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Assim que recebeu sua condenação, Pedro Henry foi encaminhado para a Presídio da Papuda, em Brasília, onde também estão presos José Dirceu, Delúbio Soares e José Genuíno. No entanto, no mesmo dia em que foi levado para a unidade prisional, sua defesa já ingressou com pedido para que a pena pudesse ser cumprida em Cuiabá. A justificativa apresentada foi o fato de ter um filho pequeno e estar preso em Brasília dificultaria a convivência com ele.

O que também colaborou com a autorização de transferência foi a proposta recebida pelo ex-deputado do Hospital Santa Rosa. Pedro Henry é médico e possui 3 especialidades. A família de Henry é prorpietária de uma clínica hiperbárica, situada no Hospital Santa Rosa.

Agora, para que possa efetivamente trabalhar, será necessária a realização de uma audiência admonitória, na qual são estabelecidas as regras para o cumprimento do regime semi-aberto. Caso as normas sejam desrespeitadas, pode ocorrer a progressão de regime.

TRE mantém multa de R$ 20 mil a ex-prefeito do Nortão

Publicado por JOEL DE AQUINO | quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 | 03:22


O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso negou recurso e manteve multa de R$ 20 mil ao ex-prefeito de Colíder (160 quilômetros de Sinop), Celso Banazeski, por conduta vedada a agente público a cerca de um mês antes das eleições de outubro do ano passado. O acordão, divulgado hoje, aponta absolvição do candidato a prefeito, Noboru Tomiyoshi e seu vice, Paulo Oliveira da Costa, além da coligação deles, que de acordo com a denúncia do Ministério Público Eleitoral teriam sido beneficiados. Cada um havia sido multado também em R$ 20 mil.

Na denúncia, o MP apontou que o então prefeito promoveu uma carreata que percorreu várias vias públicas com ônibus escolares, veículos pertencentes ao município e caminhões contendo na carroceria conjunto escolares (carteira e cadeiras), além da presença de servidores, todos com faixas contendo frases de publicidade da ação. Destacou que o "evento em questão, inquestionavelmente, encerrou evidente publicidade institucional de atos de gestão municipal o que, aliás, é admitido pelo próprio alcaide", consta.

Na defesa, ainda na primeira instância, o então gestor destacou a "inexistência de cometimento de irregularidade, visto que a carreata realizada não possuía caráter eleitoreiro, mesmo porque não foi candidato às eleições de 2012". Já Noboru e Paulo alegaram que a "manifestação espontânea do então prefeito municipal em favor da candidatura dos ora requeridos não implica em favorecimento, já que, nunca houve utilização da máquina pública em favor de suas candidaturas". Eles também argumentaram que não participaram da carreata.

A decisão ainda cabe recurso.


 Fonte: Só Notícias/Weverton Correa

Mulher de 28 anos vai se entregar à polícia para evitar injustiça contra marido

Publicado por JOEL DE AQUINO | quarta-feira, 18 de dezembro de 2013 | 07:56


A história de uma mulher de 28 anos, que passou por uma consulta médica num posto de saúde de Vilhena, na manhã de ontem (terça-feira, 17), é simplesmente impressionante: ela disse aos profissionais que a atenderam, que estava indo para Ariquemes, a fim de se entregar à polícia e livrar da cadeia o marido inocente, que está atrás das grades há quatro meses, pagando por um crime  que não cometeu.

Com uma mala na mão, a moça, que se identificou como Graciene, disse que chegou a ficar presa durante um mês, junto com o marido, quando ambos foram flagrados com drogas pela polícia de Ariquemes. O casal acabou sendo levado para a cadeia, quando os policiais, em revista à casa em que os dois moravam, encontrou mais algumas pedras de crack na residência. Não foram considerados usuários, como alegavam, e sim como traficantes.

Na época, Graciene não assumiu ser dona da droga porque estava brigada com o companheiro, que segundo ela, se chama “Carlos”. Mesmo o homem jurando inocência, foi mantido na prisão por ser reincidente, já que havia praticado um homicídio. Já ela, libertada por falta de provas, viajou para Colorado do Oeste, ficando na casa de parentes até agora, quando decidiu dar fim ao que considera “uma injustiça”.

Em entrevista ao FOLHA DO SUL ON LINE, Graciene revelou que não consegue mais suportar saber que o marido, caixa de uma empresa em Ariquemes, está pagando por um crime que ela cometeu. Na verdade, o homem sequer sabia, conforme a mulher, que ela guardava drogas na casa onde ambos residiam. O produto pertencia apenas a ela.

A moça resolveu fazer a consulta porque já tem expectativa de passar um bom tempo na cadeia. Ela já avisou aos parentes em Ariquemes e acha que irá comemorar o Natal atrás das grades. Seu embarque na rodoviária de Vilhena aconteceu logo após ela deixar o posto de saúde.
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