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Comportamento de torcida pode levar Mixto a perder mandos de campo

Publicado por JOEL DE AQUINO | sábado, 28 de fevereiro de 2015 | 16:34

Jogadores do Mixto reclamam com o Árbitro no fim da partida
O Mixto corre risco de disputar uma ou mais partidas do Campeonato Mato-grossense de portões fechados ou mesmo perder o mando de campo de jogos futuros. A decisão está nas mãos da Justiça Desportiva (TJD) que deve receber a súmula do jogo dessa quinta-feira (26) contra o Luverdense, que vai trazer o relato do árbitro sobre o episódio durante a partida que terminou em 2 x 2.

A penalidade pode acontecer em resultado às ações da torcida mixtense que nos minutos finais soltaram uma bomba próxima ao vestiário da arbitragem da arbitragem, lançaram latinhas, copos plásticos e até chinelos no campo e ameaçaram invadir o gramado. O grupo não aceitou o pênalti para o Luverdense marcado pelo assistente Joadir Leite Pimenta, no segundo tempo.

A torcida do Alvinegro culpou também o dirigente Federação Mato-grossense de Futebol, Helmute Lawisch, que é ex-presidente do Luverdense, pela má arbitragem no jogo desta quinta-feira. Procurado pela reportagem do Blog, ele preferiu não opinar sobre o caso, apenas disse que ainda não recebeu a súmula, que será encaminhado ao Tribunal de Justiça Desportiva, conforme determina o regimento da FMF.

Mesmo os jogadores do Mixto ao apito final correram em direção ao árbitro para tirar satisfação. Os ânimos em campo somente se acalmaram com a chegada da Policia Militar. A comissão técnica e os atletas pediram calma aos torcedores, que foram se dispersando aos poucos.

Toda a confusão foi acompanhada ainda pela juíza Ana Cristina Silva Mendes, do Juizado Especial do Torcedor (JET-MT). Ela assistia à partida no Dutrinha.

Promotor acha que Riva é igual a João Arcanjo, não vai "abrir o bico"

Delação premiada   /   Sabado, 28 de Fevereiro de 2015 - 21:24
 
O ex-presidente Tancredo Neves costumava dizer que o mais importante nas ondas da política é ver o resumo da espuma, o que sobra de fato.

A onda do momento na política local, fazendo muita espuma, é a especulação sobre a possível opção do ex-presidente da Assembleia, José Geraldo Riva, pela delação premiada.

Todo mundo tem já alguma opinião formada sobre isso. O Blog traz duas opiniões de gente abalizada ouvidas nesta terça (24), sem citar os nomes das respectivas fontes.

Um promotor de Justiça que atua em Cuiabá duvida que Riva faça a delação premiada. Segundo ele, Riva está ligado ao mundo da política e a delação seria seu rompimento irreversível com esse universo. O promotor ironiza a má sorte de Riva: o primeiro operador de Riva foi João Arcanjo, que não abriu o bico contra o ex-presidente da Assembleia. E agora, o novo operador do esquema, Júnior Mendonça, com “um leve apertão” entregou tudo o que tinha contra Riva.

Para o promotor, Riva é igual a João Arcanjo: não vai abrir o bico para contar nada.

Já a opinião de um veteraníssimo ex-deputado estadual é a seguinte: o Ministério Público está se lixando para uma eventual delação premiada de Riva, simplesmente porque não estaria precisando da confissão dele para aprofundar as investigações sobre os esquemas de corrupção denunciados. “O MP está há mais de cinco anos investigando, já tem tudo nas mãos, é só seguir o caminho do dinheiro para achar os outros grandes”, acredita o ex-parlamentar.
 

TVCA mostra algumas cenas de como o PT tratou a educação de MT

A memória é uma obrigação de transparência da gestão pública

 
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O Bom Dia Mato Grosso da TV Centro América mostrou nesta sexta-feira (27) um pouco a incompetência da gestão do PT na educação pública do Estado do tempo em que controlou a Seduc. O publico pode ver cenas absurdas de obras de escolas estaduais malfeitas.
 
Escolas que não foram sequer entregues para a população, porque precisaram ser derrubadas antes, por causa de tantos problemas na construção. Obras que terão que ser refeitas do zero, um atraso criminoso na entrega das novas unidades.


Durante 12 anos, nos governos Blairo Maggi (PR) e Silval Barbosa (PMDB), a Seduc foi entregue de “porteira fechada” ao PT. Essa significou significa na política a autorização expressa dada pelo governarnante de plantão para o partido fazer o que quiser. E o PT fez que que bem entendeu, sem prestar contas nem a Blairo e muito menos a Silval. Das últimas 30 escolas em construção, pelo menos 8 terão que ser derrubadas e feitas novamente.

A gestão do PT condenou a educação a um retrocesso. Não há registro de avanço na educação dos jovens mato-grossenses. A palavra “aluno” esteve fora do vocabulário petista na educação. As palavras de ordem do PT foram: obras, contratos, perseguições, nomeações, boquinha, aparelhamento.

O partido espera contar, como sempre, com o buraco da memória do povo. Sem lembrança do que fizeram com a educação pública poderão voltar à ação, sabotando a gestão atual do governo Pedro Taques (PDT). A ladainha petista será esconder o passado e atacar, atacar, como se o governo que começou agora fosse responsável pela incúria herdada, uma herança maldita. O novo governo precisa recuperar em quatro anos os 12 anos de malfeitos do PT. Tem a obrigação de buscar as soluções mas não pode deixar de lembrar à população como recebeu a educação de Mato Grosso. A memória é uma obrigação de transparência da gestão pública.

Blog do Antero
 


CPI da Petrobras têm membros que respondem à ação penal; jornal cita Valtenir Pereira

Presidenta Dilma
 
O jornal Folha de São Paulo cita o nome do deputado federal Valtenir Pereira (PROS/MT) entre os membros da CPI da Petrobras que respondem a ação penal:

Além de ter a participação de deputados que receberam doações de empresas investigadas no esquema de corrupção na Petrobras, a CPI que apura irregularidades na estatal possui integrantes que respondem a ação penal ou inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal).

Um dos casos mais comuns pelo qual esses parlamentares são investigados é por crime na lei das licitações, que é justamente um dos focos da Operação Lava Jato da Polícia Federal: empresas formaram um cartel para burlar as licitações da Petrobras e ganhar contratos mediante pagamento de propinas.

A CPI, instalada na quinta (26), tem 27 titulares e 27 suplentes. Dos titulares, dois são alvo de inquérito e um responde a ações.
Silas Câmara (PSD-AM) é acusado de crime contra a administração pública e falsificação de documento público em dois processos. Em um deles, o ministro Dias Toffoli aponta que há provas de que periodicamente assessores parlamentares depositavam seus salários nas contas do deputado. A Folha não conseguiu localizar o deputado.

Os outros que são alvo de inquéritos são André Moura (PSC-SE) e Édio Lopes (PMDB-RR). No caso do inquérito contra Édio, já houve decisão determinando abertura de processo. Eles não foram localizados para comentar.

Já entre os suplentes, três respondem a inquéritos, dois respondem tanto a ação e inquérito e um último é alvo apenas de ação.
Um deles é João Sandes Júnior (PP-GO), que é investigado por corrupção passiva em suas relações com o empresário Carlinhos Cachoeira. Procurado, sua assessoria informou que ele não foi localizado para comentar.

Os outros são Aelton Freitas (PR-MG), Efraim Filho (DEM-PB), Izalci (PSDB-DF), Valtenir Pereira (PROS-MT) e Weverton Rocha (PDT-MA).
Izalci afirmou que foi acionado por um equívoco na prestação de contas e que já prestou esclarecimentos. Efraim disse que a acusação não se sustenta porque a emenda parlamentar que teria sido alvo de irregularidades foi vetada, portanto, não foi executada. Weverton afirmou que as dispensas de licitação questionadas nas ações foram justificadas e que elas se basearam em perseguição política.

Os demais não foram localizados pela reportagem.

(Aguirre Talento e Márcio Falcão - Folhapress)

Janete Riva desiste de disputar vaga no Tribunal de Contas do Estado

Depois de ter ingressado com processo no Supremo Tribunal Federal (STF) para se manter na disputa pelo cargo como conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), Janete Riva, desiste da vaga.
 
O pedido de desistência foi protocolado no STF na última quarta-feira (25). Ela foi indicada para ocupar a vaga de Humberto Bosaipo, mas a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ/MT), determinou a suspensão do ato indicativo de Janete ao cargo.

A decisão da juíza atendeu pedido de Joatan Alves de Oliveira, impetrado pelo advogado Givanildo Gomes, que se inscreveu para a vaga, mas teve o nome preterido sem mesmo ser levado à votação no plenário. Givanildo argumentou que houve inúmeros vícios de natureza formal no processo. A Assembleia não publicou edital de convocação para que cidadãos interessados pudessem se inscrever e concorrer ao cargo, conforme determina a constituição de Mato Grosso.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso  tentou recorrer da decisão, mas o desembargador Orlando Perri, presidente do TJ/MT, negou o recurso para derrubar a liminar que suspendeu a indicação. Segundo a Constituição Federal, os conselheiros devem ter reputação ilibada, notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros, ou de administração pública, e mais de dez anos de exercício de função ou de atividade profissional que exija esses conhecimentos. Janete tem Ensino Médio completo.

SINOP TEM MELHOR MÉDIA DE PÚBLICO

Publicado por JOEL DE AQUINO | quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 | 08:53


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Em três jogos disputados no Estádio Gigante do Norte o Sinop levou 5.987 pagantes e tem a melhor média de público do Campeonato Mato-grossense 2015 com 1.985 torcedores por partida. A capital, em 8 partidas, registrou 9.610 pagantes e tem média de 1.201.
Os dados oficiais foram atualizados esta semana no site da FMF (com exceção a rodada dupla do último domingo, com um jogo do Estadual e outro da Copa Verde – Operário 3 x 1 Poconé e Cuiabá 3 x 1 Cene-MS com público extra-oficial de 1.101 pagantes).).
Como os jogos dos times de Cuiabá e Várzea Grande envolveram algumas rodadas duplas, optamos por fazer uma média geral das partidas da Arena Pantanal e do Estádio Presidente Dutra.
Maiores e menores
O maior público pagante ainda é o da rodada de abertura, na Arena Pantanal, com 6.659 pagantes para os jogos Cuiabá 1 x 0 Dom Bosco e Mixto 0 x 3 Operário.
O segundo maior é o público do jogo Sinop 0 x 0 Mixto, no último domingo, no Estádio Gigante do Norte – 3.032.
O terceiro também é da cidade de Sinop: 1.528 pagantes para Sinop 2 x 0 Poconé.
O menor público da competição foi registrado no jogo REC 2 x 0 Dom Bosco, no Estádio Luthero Lopes – apenas 92 pagantes.
Muito perto ficou o público do jogo Cuiabá 0 x 0 REC, no Dutrinha, o segundo pior do ano, com 157 pagantes.
Times de Cuiabá e VG
Em jogos isolados, sem rodada dupla, o desempenho de Mixto, Operário e Cuiabá é pífio. Cada um fez um jogo:
O Operário contra o Luverdense – 575 pagantes
O Mixto diante do Sinop – 482 pagantes
O Cuiabá frente ao REC (no Dutra) – 157 pagantes
O Dom Bosco só participou de rodadas duplas até agora.
Rodadas duplas
Três rodadas duplas já foram realizadas em Cuiabá (todas na Arena – uma delas com um jogo da Copa Verde):
Cuiabá x Dom Bosco e Mixto x Operário – 6.659 pagantes
Cuiabá x Cacerense e Dom Bosco x União – 636
Operário x Sinop e Cuiabá x Cene-MS – 1.101
Total de 8.396  pagantes com média de 2.798 por jogo.
No interior
A média dos times do interior em jogos em casa é a seguinte:
Sinop – 3 jogos – 1.985 pagantes por jogo
Poconé – 2 jogos – 720
Cacerense – 3 jogos – 586
Luverdense – 3 jogos – 502
União – 2 jogos – 451
REC – 1 jogo – 92
Total
No total, em 23 jogos, o Mato-grossense deste ano registrou 22.436 pagantes, com média de 975,4 por partida.

Vereador sugere que prefeito renuncie antes que seja cassado

Os vereadores podem pedir a cassação do mandato do prefeito eleito Asiel Bezerra (foto). O vereador Dida Pires afirmou que, ontem, todos os parlamentares receberam um documento da Controladoria Interna do município apontando uma possível fraude na locação e pagamento de maquinários no ano passado.
“Vamos pedir, inicialmente, que ele renuncie ao cargo. Se ele não renunciar, já temos mecanismos suficientes para pedir a cassação”, explicou ao Só Notícias. Segundo ele, já não se trata mais de uma denúncia e sim de comprovado desvio de recursos públicos.
O pedido de renúncia ou cassação, segundo Dida, conta com o apoio dos vereadores Paulinho Giló e Rogério Colichio.
O documento aponta um rombo, somente na Secretaria de Infraestrutura, na ordem de R$ 1,3 milhão. Destes, a gestão teria efetuado pagamentos sem a devida comprovação no valor de R$ 1 milhão, além de um possível desvio de recursos públicos de R$ 68 mil referente ao fornecimento irregular de combustível, contratação de empresa sem a qualificação econômico-financeira, entre outros.
Conforme Só Notícias já informou, Asiel foi afastado do cargo há quase um mês devido a irregularidades na área da saúde, fechamento de postos e falta de funcionários. Em seu lugar, assumiu interinamente o vice Ângelo Campos. Em sua primeira medida, ele demitiu 12 dos 14 secretários.
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Os vereadores podem pedir a cassação do mandato do prefeito eleito Asiel Bezerra. O vereador Dida Pires afirmou que, ontem, todos os parlamentares receberam um documento da Controladoria Interna do município apontando uma possível fraude na locação e pagamento de maquinários no ano passado.
“Vamos pedir, inicialmente, que ele renuncie ao cargo. Se ele não renunciar, já temos mecanismos suficientes para pedir a cassação”, explicou ao Só Notícias. Segundo ele, já não se trata mais de uma denúncia e sim de comprovado desvio de recursos públicos.
O pedido de renúncia ou cassação, segundo Dida, conta com o apoio dos vereadores Paulinho Giló e Rogério Colichio.
O documento aponta um rombo, somente na Secretaria de Infraestrutura, na ordem de R$ 1,3 milhão. Destes, a gestão teria efetuado pagamentos sem a devida comprovação no valor de R$ 1 milhão, além de um possível desvio de recursos públicos de R$ 68 mil referente ao fornecimento irregular de combustível, contratação de empresa sem a qualificação econômico-financeira, entre outros.
Conforme Só Notícias já informou, Asiel foi afastado do cargo há quase um mês devido a irregularidades na área da saúde, fechamento de postos e falta de funcionários. Em seu lugar, assumiu interinamente o vice Ângelo Campos. Em sua primeira medida, ele demitiu 12 dos 14 secretários.
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